quinta-feira, 27 de junho de 2013

O MEDO DOS POLÍTICOS.

MOMENTOBRASIL.COM(Comentário):
Politicos continuam com medo do povo nas ruas.





O comportamento do PT nestes mais de dez anos de conversa mole, com a classe média, que o colocou no poder, lembra a letra da música do Vinicius de Moraes, Regra Três, que diz:
"Tantas você fez que ela cansou 
Porque você, rapaz
Abusou da regra três 
Onde menos vale mais

Da primeira vez ela chorou 
Mas resolveu ficar
É que os momentos felizes 
Tinham deixado raízes no seu penar
Depois perdeu a esperança 
Porque o perdão também cansa de perdoar

Tem sempre o dia em que a casa cai ........"
Neste sentido, anexo um ótimo editorial do Jornal da Comunidade, distribuído gratuitamente em Brasília, que traduz em poucas palavras muito do que esta acontecendo, ou que o PT não fez acontecer, infiltrando os " companheiros" sindicalistas incompetentes  para gerir estatais e orgãos públicos. Contribuindo desta forma para nada acontecer em mais de 10 anos e fazer renascer a inflação, resultando nas cobranças e insatisfações das ruas.

Político tem medo do povo nas ruas



Quem entender o que está acontecendo nas ruas sai na frente para 2014. Muitos serão os oportunistas. Mas poucos serão aceitos. Não adianta fazer discurso de apoio, quando no verão passado apoiaram tudo aquilo que as ruas estão condenando.
A classe política extrapolou. Perdeu a vergonha. Ignorou a indignação do povo. Tudo é feito às claras. Desde a defesa de corruptos, até a roubalheira do dinheiro público. Agora vai ter que mudar.  A única coisa que mete medo em político é o povo nas ruas. 
Estão todos assombrados. Escondidos. Não sabem o que fazer. Mas sabem o que fizeram. As manifestações atingem todos os partidos. Mas um, em especial, será mais afetado. O PT. Os motivos são vários. Vai desde a troca da defesa da ética pela defesa de mensaleiros, de sarneys, renans, barbalhos e malufs. Além disso, é o partido que está no poder. Se está no fogo, vai se queimar.
O PT também descobriu que não tem o monopólio das massas. Sempre que era atacado, ameaçava colocar o seu povo na rua para defender o petismo, Lula, Dilma, Zé Dirceu, Genoíno, João Paulo Cunha e Delúbio.
A população foi às ruas sem ter nenhuma representativa por trás. Desta vez não é massa de manobra. O PT tenta se infiltrar através dos movimentos sociais que controla — ONGs de diversos tipos, o MST a CUT, a UNE. Não deu certo. Perderam o bonde e o traquejo depois de tantos anos se lambuzando com dinheiro público. A UNE, coitada, é apenas um fantasma do passado.
A clientela do Bolsa Família também não deve ir às ruas para defender Dilma. Descobriu que o valor é muito pouco e não dá para comprar nem uma calça de marca para a filha adolescente de 16 anos. Mas vivem com esse dinheiro em troca do voto. O comodismo não deixa ir para às ruas. Assim como também não vão atrás de empregos para ter uma vida melhor. 
O povo brasileiro precisa de emprego e uma vida sustentável. Não sustentada. Certas incoerências são difíceis de entender. Semana passada, para espantar a crise econômica que refletia na inflação e na alta do dólar, Dilma disparou: “O Brasil tem uma das menores taxas de desempregados do mundo, quase uma situação de pleno emprego”.
Ué, se estamos em quase “situação de pleno emprego”, porque 13,8 milhões de famílias recebem o Bolsa Família? A conta não bate. Assim como as contas dos estádios da Copa do Mundo não batem. Como a falta de investimento para educação, saúde, mobilidade urbana, infraestrutura. 
A população brasileira está a décadas sem um serviço público de qualidade. A culpa sempre é a falta de recursos de investimentos. Orçamento engessado. Contas públicas apertadas. De repente, surgem dezenas de bilhões de reais para construir belos estádios. A periferia pirou. A classe média não engoliu. 
Não é golpe, como adotou o discurso petista. É indignação. Não só com o PT, mas com todos os partidos. E com tudo que está aí. Com a cara de pau dos políticos. O escárnio que tratam a opinião pública. O PT se precipitou. Errou na estratégia, vestindo a carapuça muito rápido. E vestiu sozinho.
É prudente, nesse momento, ouvir a voz das ruas. A causa é o Brasil melhor. A bandeira é a bandeira do Brasil. #vem pra rua.
Fonte; (Ricardo Callado)


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