sexta-feira, 19 de outubro de 2012


COMO LEWANDOWSKI JULGARIA HITLER (ÓTIMA)
 “Senhores, não existem filmes, fotos, nem testemunhas de Hitler
abrindo registro de gás em campos de concentração, nem apertando o
botão de uma Bomba V2 apontada para Londres, pilotando um caça
Stuka, dirigindo um tanque Panzer, disparando um torpedo de um
submarino classe U-Boat sobre seu comando a navegar no Atlântico ou
mesmo demonstrando habilidades no manuseio de um canhão antiaéreo
Krupp, manipulando uma metralhadora MP40, uma pistola Walther P-38 ou
simplesmente dirigindo um jipe Mercedes Benz acompanhado do general
Von Rommel pelos desertos do norte da África.
Por isto, parece claro que não existe nada a incriminá-lo. Com
certeza, ele não sabia de nada. Não via nada. A oposição diz que
foram queimados documentos incriminatórios importantes, mas nada,
absolutamente nada foi comprovado, apenas evidenciou-se a existência
de cinzas e destroços por todos lados que somente foram trazidos com
a chegada dos americanos e russos que não fazem parte da peça de
acusação do proceso entregue pelo “Parquet”; o Sr. Procurador.
Afinal, ele seria apenas um Chanceler e presidente do Partido
Nazista; ou seja. ele não passava de um mequetreque. Jamais foi pego,
ou mesmo visto transportando armamentos debaixo dos braços (tipo pão
francês) ou carregando pacotes de dinheiro nas cuecas.
Alguns relatos que citavam seu nome eram meros registros de co-réus,
como alguns membros da Gestapo, os quais, por conseguinte, carentes de
confiabilidade.
Outros relatos são de inimigos figadais – os denominados
“Países Aliados” e assim longe de merecerem qualquer relevância
para serem tomadas com fundamentos de acusação.
 Alguns o acusam de ter invadido Paris e desfilado sob o Arco do
Triunfo. Esta é mais uma acusação inventiva dos opositores. Ele
apenas foi visitar seu cordial amigo o General De Gaule que
infelizmente havia viajado para o sul da França. Ele então, teria
apenas aproveitado a sua viagem para passear e fazer compras na Avenue
de Champs Elisé com seus amigos. Qualquer outra conclusão é mera
ilação ou meras conjecturas que atentam a qualquer inteligência
mediana. Por aí, vemos que nada, contribui para a veracidade
das acusações.


        Não afasto a possibilidade dele ser o suposto mentor intelectual,
mas nada, repito, nada consubstancia esta hipótese nos autos. E olha
que procurei em mais de 1 milhão e 700 mil páginas em 10.879 pastas
do processo.



        E não podemos esquecer que ele foi vítima de diversos atentados que
desejavam sua morte, articulados pela mídia e pelas potentes e
inconformadas forças conservadoras. Seus ministros como Goebels,
Himmiler, Rudolf Hess e outros também nada sabiam. Eram coadjuvantes
do NADA; sem nenhuma responsabilidade de “facto”.



        O holocausto talvez tenha sido um suicídio coletivo ao estilo do
provocado há anos nos EUA pelo Pastor Jim Jones. É, ainda hoje, um
tema controverso. Assim trago aos pares, como contraponto, a tese
defendida pelo filósofo muçulmano Almanidejah que garante a
inexistência de tal desgraça da humanidade



        Assim – já estou me dirigindo para encerrar meu voto Sr.
Presidente – afirmando acreditar que todos eles foram usados,
trapaceados por algum aloprado tesoureiro de um banco alemão que
controlava financeiramente a tudo e a todos; especialmente os projetos
políticos e as doação corruptivas. E tudo em nome da realização
de um plano maquiavélico individual de domínio total que concebeu e
monitorava do porão da sua pequenina casa nos Alpes.



        “Enfim, depois de exaustivas e minuciosas vistas nos autos,
especialmente nos finais de semana, trago aos pares novos dados que
peço ao meu colaborador Adolfo para distribuir a todos. Depois desta
minha “assentada” declaro a improcedência da ação, inocentando
por completo o réu por falta de provas.



        É como voto Sr. Presidente.”


     MOMETOBRASIL.COM(Comentario):
Seria cômico se não fosse trágico.




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