sábado, 11 de fevereiro de 2012

O SIGNIFICADO DA MORTE.

O problema da morte está estreitamente ligado ao problema da dor.
A morte é uma das causas mais difundidas de sofrimento, de medo e de angústia da humanidade.
O homem evita o pensamento da morte e prefere não enfrentar esse problema que faz nascer nele a sensação de mal-estar, de repulsa e de angústia.
Aquele que buscou a compreensão para o significado profundo deste fato universal e comum a todos os seres da natureza submentidos ao Ciclo ital (nascer, cerscer, desenvolver, reproduzir e morrer), alcança uma posição serena e iluminada em relação á morte e compreendeu tambem o significado da vida, pois morte e vida fazem parte do mesmo processo; vir e partir pertence a uma só realidade.
Essa fuga à verdade é o maior obstáculo que interpõe à resolução deste problema impedindo a visão e objetividade com a qual deve ser examinado e compreendido o assunto Morte.
Isso acontece poraque a própria palavra "morte" está associada a imagens tétrica, amedrontadoras e com ideia de fim, de anulação e desagragação; è dificil superar esta associação e substituí-la pela ideia serena, mas consoladora, mais verdadeira de 'transformação', de libertação de novo renascimento. Todas as palavras usadas agora são as correspondentes efetivamente ao real significado do processo 'morte' e dão um sentido de continuidade, de evocação e vida.
Parfa alcançarmos esse posicionamento iluminativo e compreensivo diante da ideia da morte é necessárion que libertemos nossa mente das antigas formas de medo, preconceitos, superstição e de apego e, aos poucos ganhemos a consciência de sermos algo que pode existir independetemente do corpo físico e n os convençamos de que existem formas de vida fora da vida material.
CONCLUINDO:
O homem, para chegar a compreender o verdadeiro significado da morte deve ter compreeendido o siginificado da vida, ter alcançado um grau de dessenvolvimento da consciência liberta da ilusão da forma, pois se trata aqui de uma certeza intelectual e teórica , mas, uma capacidade prática de sentir que existimos seja quando estamos em físico, seja quando estamos privados dele...
(Fonte: In À Procura da Verda, de La Sala Bata, Ângela Maria).





4 comentários:

Maria José Rezende disse...

Roy, amor. Adorei o post. A morte não existe. Não é o fim de tudo. Ela não é senão o fim de uma coisa e o começo de outra. Mas nós, principalmente, os ocidentais, ainda não compreendemos essa passagem. E por isso a encaramos como algo terrível. Beijos.

Maria José Rezende disse...

Voltei para dizer que essa música é simplesmente maravilhosa. Bela escolha, amor. Na vida, tem gente que vai, tem gente que vem... mas todas deixam um pedacinho de si para compor a nossa história pessoal. Beijos.

Só pra você disse...

Olá,

Passei para deixar-te um abraço e eagradecer pela visita ao meu blog, agora também sou tua fã, passo outro dia para ler-te. Volta para me visitar ok?

Bjs

Auxiliadora RS

blog da Paraguassu disse...

Olá Roy,
Sou nova por aqui. Estou chegando, lendo e gostando muito. Seu blog é super especial. Amei esta postagem sobre a questão da morte. Por isso, convido-o a conhecer meu espaço, que trata exclusivamente de assuntos ligados ao nosso eu espiritual. Ficaria
extremamente feliz ao vê-lo por lá.
Espero que aceites meu convite e, mais ainda, que gostes do conteúdo publicado.
Um grande abraço. amigo.
Maria Paraguassu.