quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

ONDE FICA A COMPETITIVIDADDE?

O relator do caso da fusão da TAM com a chilena Lan no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Olavo Chinaglia, aprovou nesta quarta-feira (14) a união das duas empresas aéreas, sob a condição de que uma delas deixe sua aliança global de milhagem e que abram mão de vagas para voos entre os aeroportos de Guarulhos (SP) e Santiago, no Chile. A união entre as duas empresas cria a maior companhia aérea da América Latina, com 300 aviões e avaliada em mais de US$ 12 bilhões. O negócio já foi aprovado pelo órgão antitruste do Chile com restrições semelhantes. “Parece inviável que a nova companhia pertença a duas alianças globais mesmo que elas continuem a operar sob as mesmas marcas”, disse Chinaglia. A TAM pertence à StarAlliance, enquanto a Lan integra a Oneworld. O relator rejeitou a ideia de adversários da fusão que cogitam diminuição da concorrência por conta da entrada de uma empresa aérea estrangeira já poderosa. “No Brasil, nota-se mais uma intensa rivalidade marcada por políticas agressivas de preços, horários”, disse Chinaglia. A fusão criará a Latam, uma das dez maiores empresas aéreas do mundo. Durante a leitura de seu voto, Chinaglia disse que também vê concentração em outras duas rotas pela união de TAM e LAN, entre São Paulo e Buenos Aires, na Argentina, e entre a capital paulista e Lima, no Peru. Contudo, ele entendeu não serem necessárias ações do órgão antitrustre brasileiro nesses casos. A união foi anunciada em agosto do ano passado e estará completa no primeiro semestre do ano que vem. O grupo informou que oferecerá 115 destinos para 23 países. As duas empresas hoje empregam mais de 40 mil pessoas. O presidente do Cade, Fernando Furlan, disse que a decisão “cria jurisprudência para o setor”. A legislação hoje dificulta a entrada de empresas aéreas estrangeiras para operar no Brasil.
MOMENTOBRASILCOM(Comentário)
È dessa maneira que o governo quer estimular a competitividade no país? Os monopólios aumentam a cada dia. Vide as fusões de grandes magazines. Como a nação pode ter poder de compra dessa forma? De que jeito o aumento do consumo será realizado? Fusões desses tipos, mostram que muito dinheiro é envolvido tambem por baixo dos panos. Há muita gente levando vantagens. E QUE VANTAGENS!

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