sábado, 19 de novembro de 2011

AMOR MATERNO VERDADEIRO AMOR.

O dia das mães deveria ser comemorado todos aos dias do ano. Pois as mulheres geralmente consagram no ventre um ser em formação, na expectativa muitas vezes ansiosa e sadia de vê-lo nascer, crescer e progredir, dando cumprimento à vontade expressa nos livros sagrados ditados pelo próprio Deus, no "Crescei e multiplicai-vos".
Todos os filhos trazem grandes interrogações para os pais, principalmente para as mães, cujas mãos postas e olhar sempre voltado para o "Alto", vivem em constantemente rogativa pelo futuro dos seu rebento, incluindo-se os 'adotados'. Muitos, desconhecendo o sacrificio de quem tudo fez para trazê-los à vida, entregam-se desde cedo aos prazeres do mundo, aos vícios mais torpes e prejudiciais como é o caso das drogas, ceifando cada dia, a existencia de quem tantos riscos correu, atá de perder a própria vida para que eles existissem. E em que nehuma circunstâncoia, por pior que que seja a conduta do filho, a mãe está sempre disposta, com sacrifício da própria vida, para salvá-lo. Transcrevemos aqui, uma narrativa, de um comovente caso de "Amor Materno", ocorrido en dezzembro de 1988, em Leninakan, cidade da república da Armênia, quando do terremoto que sobreveio naquele país. exterminando nada menos de 25.000 vidas, e destruição de imensa extensão do seu território.
O acontecimento:
Mãe e filha, quase há 8 dias soterrada, conseguiram sobreviver: Suzana Petrosyan, 26 anos e Guayaney, 4 aninhos. Suzana imobilizada de costas, bastante contundida, tinha acima de sua cabeça uma grande placa de concreto com 50 cm e um cano de água caído sobre um de seus ombros, que a impediam de se por de pé. vestia apenas uma anágua e o frio era rigoroso. A seu lado estava o cadáver da cunhada Karine, em cuja residencia se encontrava, quando as paredes desabaram, 24h após o terremoto do último dia 7 de dezembro, destruindo casas e outras localidades da Armênia.
"Mamãe, estou com sede... por favor, mamãe... , sequiosa pedia-lhe a filha, agarrada à mãe que mal podia mover-se. Suzana conseguiu mexer um braço e encontrou um pote de geléia de framboeza, que caíra de um armário da cozinha. No segundo dia que passaram soterradas, - o dia em que Karine morrera em consequencia dos ferimentos - , Suzana dera todo apoio à filha. Mas o doce durara pouco, e tambem havia contribuído para que a criança tivesse mais vontade de beber. "Mamãe estou com muita sede... muita sede" - voltava Gayaney a pedir. Percebendo que a menina estava cada vez mais fraca e gemia baixinho, Suzana, desesperada julgou que a filha ía morrer de sede. Não tinha nada para lhe dar, nem água, nem líquido algum. Foi quando se lembrou de seu sangue. Mesmo com os dedos endurecidos pelo frio, ela tateou até achar o pote de geleia, quebrou-o e, com um dos cacos do vidro cortou o dedo indicador, dando-o à filha para sugar. Mas as poucas gotas de sangue não foram suficientes. "Quero mais mamãe... quero mais..." , choramingava Gayaney. Suzana, condoída e angustiada, fez mais cortes na mão, apertando os dedos para aumentar o fluxo do sangue. Admitiu a ideia de que ía morrrer, mas queria ao menos salvar a filha. Apesar da temperatura baixíssima, mesmo assim, soterrada, lutou até tirar as roupas, para com elas agasalhar Gayaney. Com um pedaço de pano encontrado no chão, improvisou tambem uma espécie de cama para a menina. Os dias se passavam, e os pedidos da criança, querendo beber algo, eram cada vez mais insistentes e angustiosos. Suzana, continuou a doação de sangue, lembrada de que certo explorador do Àrtico assim manteve vivo um companheiro desfalecido. Ante o suplício des tão dolorosa situação e tambem sufoco, chegou até a perder a noção do tempo e não sabia do dia em que tinha cortado os dedos. Em meio às alucinaçõe que passou a ter, via mesas repletas de comidas e bebidas: gritava de vez em quando pedindo socorro, embora sem nenhuma perspectiva, segundo ajuízava, de se fazer ouvida. Eis senão quando a 14 de dezembro, quase 8 dias depois de soterradas, equipes de resgates ouviram gritos, e removendo uma laje, as retiraram dos escombros. Mãe e filha estavem salvas. Transportadas de helicóptero oara um hospital de Erevam, capital da Àrmênia, ambas se recuperaram, retornando ao dia-a-dia da vida de relação, na condição, por assim dizer, de autênticas ressuscitadas graças à MULHER-MÃE que, a duras penas soube dignificar o Dom da Maternidade, priorizando a salvação da filha, com o esquecimento de si mesma em detrimento da própria vida. (Fontes:O Globo(29.12.988 e O Reformador/maio 2002).
Aí está n presente relato, o fiel retrato do amor materno. Uma verdadeira mãe, é capaz de sacrificar-se em tudo, para que seu filho sovreviva e viva feliz.
N. E.: Mãe verdadeira, é aquela que realmente ama, e quem ama de verdade cuida! sendo teus filhos nascidos do ventre ou não. E sou testemunha disso: Amor de mãe dura até depois do fim da reencarnação.




2 comentários:

Maria José Rezende disse...

Roy, amor meu. Nem sei o que falar desse post. Fiquei muito emocionada. Beijos.

Bloguinho da Zizi disse...

Roy, uma experiência de vida que nos ensina até onde vai o amor de um ser pelo outro. Ser mãe é realmente dar o sangue pelo filho ... nem dói.
Grata por apresentar esse texto.
Um final de semana repleto de paz.