sábado, 3 de setembro de 2011

SIMPATIAS E ANTIPATIAS

Muitos ainda não compreenderam as questões ligadas às simpatias e antipatias que sentimos por algumas criaturas, bastando para isso, um encontro casual. Há pessoas que, ao primeiro olhar sentem-se atraídas e logo se tornam amigas. De modo contrário, outras sentem repulsa, sem que haja alguma discordância entre elas. As mesmas reações tambem ocorrem no seio da família, entre pais e filhos, marido e mulher etc. Lembro-me de dois irmãos que há alguns anos frequentavam a praia onde nos reunimos aos domingos, com um grupo de amigos. tenho lembtança deles desde que eram bastante jovens e sempre os encontrei juntos, participando de passeios, festas e até no trabalho permaneciam ligados, visto, serem sócios-proprietários de uma loja. Ambos faleceram aproximadamente aos 65 anos de idade, sempre unidos pela amizade fortíssima. Por outro lado, conheço uma mulher que vivia em luta com seus próprios familiares, a começar pelo pai. Tal fato parece impossível de acontecer, mas é real e, muitas vezes, ela saía às ruas para 'descansar', quando as brigas tomavam dimenssões maiores em seu lar. Nos dois exemplos citados, estão implícitas as ligações de uma vida passada, em qiue personagens conviveram em harmonia ou tiveram sérias desavenças.
Em O Livro dos Espíritos, consta que uma simpatia emn sempre se relaciona com o passado, podendo as pessoas sentirem atração no momento em que se vêem pela primeira vez, pelo fato de ambas possuírem afinidadeds, sem que, para isso, se tenham conhecidos antes. Dois espíritos não são, necessariamente, maus pelo de não serem simpáticos. A antipatia pode originar-se de uma falta de similitude de modo a pensar, mas, à medida que eles se elevam, os motivos se apagam, e a antipatia desaparece. Assim, dois seres que se conheceram e se amaram podem enconttrar-s numa outra existência corpórea e, apesar de não se conhecerem nessa nova vida, são atraídos pelo outro(questão 386 do citado livro). A aproximação se dá como resultado da 'atração de dois espíritos que se buscam através da multidão".
Já a repulsa institiva que certas pessoas setem à primeira vista denota que são espíritos antipáticos, que se percebem e reconhecem, visto que em seus perispíritos permanecem as mazelas do passado. Nesse caso, a antipatia demonstra tratar-se de espíritos adversos que se desentenderam em pretéritas existências e, ao morrerem, levaram consigo o ódio gerado pelas ofensas e maldades. Em benefício dos litigantes, Deus os reúne no mesmo lar, e no intuito de agrandar os ressentiementos que, pelos laços familiares, aumentam as possibilidades de reconciliação. Tal experiência pode ocorrer outras vezes, quando uma encarnação não é suficiente para apaziguar as diferenças. È assim que, pouco a pouco, asw máguas vão desaparecendo para que a lei de fraternidade triunfe. A antipatia institiva que alguem ente por outra pessoa é resultante do encontro entre antigos adversários. Busquemos, pois, o convívio fraterno, sobretudo com aqueles que nos causaram repulsa, tendo em mente que Jesus nos aconselhava a reconciliação com nossos irmãos(Mateus, 5, 23 e 24).
Por Gilberto Santos, jornalista e trabalhador da Casa Espírita Lar João Batista/SSA-Ba)
N.E. Os grifos são nossos.

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