sexta-feira, 2 de setembro de 2011

60%: CHEGAM AS TAXAS de CORRUPÇÃO EM MINISTÉRIO

Com a opreação Voucher, a Polícia Federal trouxe à público o lado podre das relações entre altos dirigentes do Ministério do turismo e organizações não governamentais de fachadas(ONGs). Mas o problema pode ser mais amplo do que a polícia mostrou. Em conversas reservadas com a reportagem, empresários, ex-funcionários de ONGs e do ministério relataram que a taxa de desvio chega, em alguns casos, A 60% do dinheiro liberado. È a taxa de corrupção mais alta em Brasília. Supera até valores que seriam desviados em fraudes com obras da construção civil e contratos com empresas de informática. "Eu flo isso porque conheço a situação pór dentro. O desvio é de 60%. Em alguns casos nada é aplicado no projeto", disse um importante empresário ligado ao turismo. O filão desse novo mercado da corrupção seriam os cursos de qualificação profissional. A ideia de preparar trabalhadores humildes para os novos desafios do mercado é sempre bem acolhida, e os projetos finais, descentralizados e gigantescos, quase nunca são fiscalizados. As manobras de algumas organizações são favorecidas aianda pela obrigação do governo de ampliar recursos apra a criação da infraestrutura para a Copa e as Olimpíadas.
CORRUPÇÃO:
Com a condição de não ter seu nome divulgado, o empresário descreveu ao jornal como e=a entidade da qual faz parte está atolada em corrupção. A organização recebeu expressiva soma de recursos para programas de qualificação profissional. O administrador do covênio embolsou 15% da verbva repassada a título de pró-labore. Um percentual maqis alto, 25% seria destinado a um dos servidores do ministério preso na Operação Voucher. Os chefes do administrador ficariam com mais 15%. Os 15% restantes seriam gastos na compra de notas fiscais.(Fonte: AGÊNCIA O GLOBO/Brasília).
MOMENTOBRTASILCOM.COM(Comentário):
No Brasil, a corrupção é uma verdadeira carreta sem freios e descendo a ladeira. A fraude consiste em usar ONGs para desviar verbas. Após falsa tomada de preço, projetos são aprovados por "acertos" prévios que fraudam a prestação de contas. O módus-operandi na construção civil é o mesmo nos projetos das grandes usinas elétricas, tais como a de Belo Monte no norte do país. Contra fatos, não há argumentos. Desmintam-nos quem puder.

2 comentários:

Maria José Rezende disse...

Amor. E os escândalos continuam. Não há um freio nisso. Beijos.

Malu disse...

E aumenta a cada dia, como se fizesse parte dos demais crescimento...
Um apena!!!
Quem sabe um dia pare!
Abraços