terça-feira, 23 de agosto de 2011

ENTENDA SE PUDER!

Dilma Rousseff:"...Agora, o meu governo e o povo brasileiro tambem não gostam de injustiça".
MOMENTOBRASILCOM.COM(Comentário):
A declaração acima faz parte de um pronunciamento da Presidente e refere-se ao uso de algemas pela Polícia Federal na prisão dos envolvidos no escândalo do Turismo. Algema, siginifica pulseira na origem árabe. mas nenhum acusado quer usá-la. Constrangem muitos criminosos ou com alguma culpa no cartório pertencem a elite e se dizem vítimas apesar de provas recolhidas em gravações ou quebra de sigilo telefonico ou bancário. E os métodos usados pela Polícia Federal não podem ser considerados "abusos", só porque os envolvidos são os chamados 'colarinho branco". Como são sensíveis, melindrosos e suscetíveis, nossos criminosos de casaca; roubam fortunas dos cofres públicos, mas isso não é motivo para serem expostos, algemados, à execração pública; assaltam de todas as maneiras os cofres públicos, mas... algemas nem pensar!!!!! Ora, façam-me uma grande 'GARAPA", que talvez possamos inger-i-la.

Um comentário:

José de Araújo Madeiro disse...

Repassando para você:

Lula é um mito macunaímico que chegou a governar o Brasil.

É uma persona, psicológicamente doente, que debocha da seriedade, sobetudo quando se trata da coisa pública.

Para ele não. Quer dinheiro no bolso e passar bem, às custas dos outros, considerados de otários.

Então, pelo lado oposto, planejou conduzir o Brasil por tempo indeterminado, estimulando às libertinagens, a depravação de costumes, a corrupção, o ócio, a impunidade e diversas outras, mas sempre de molecagens na condução de obras de infra-estrutura e indispensáveis para todas nações que precisam desenvolver o bem estar do seu povo.

E nisto foi um mestre, fruto da sua educação deformada, onde encontrou um espaço fértil na esquerda utópica da imprensa e das universidades. O Lula deve ter lido, apenas, o Maquiavel e Gramsci, onde aprendeu às táticas e a arte de enganar às massas.

Alinhando-se, todavia, às oligarquias mais retrógradas para manutenção do poder, tais como Sarney, Severino Cavalcanti, Jáder Barbalho, Renan Calheiros,Fernando Collor, etc.

Caso contrário sofreria de um impeachment, tal como Collor de Mello.

E, ainda bem que saiu do poder e o Brasil não se transformou numa Venezuela. E, no futuro, a confusão seria bem pior, como vem se verificando na Líbia.

Agora, nós temos que fazer a limpeza, dentro das nossas possibilidades, é claro se não somos políticos. No entanto, para que o Brasil possa reintegrar-se ao conceito internacional, no concerto de nações ocidentais e dentro das regras da civilidade e do desenvolvimento.

Att. Madeiro