segunda-feira, 4 de julho de 2011

Politicamente correto? No Brasil? È GRANDE PIADA.

MOMENTOBRASILCOM (EDITORIAL):
Festas Juninas, O 2 de Julho, Natal, Reveion, Bonfim, Iemanjá, Carnaval, Micaretas, Semana Santa, Córpus Cristi dentre outras, compõem o calendário baiano. Festas e a Bahia, têm relação 'umbilical'. O baiano é admirado e criticado, por esssa 'simbiose'. A festa, faz parte do DNA da Bahia. Contudo, não é uma exclusividade da Boa-Terra. O brasileiro é considerado pelos estrangeiros como um povo festeiro. Festas são inerentes e estão presentes em qualquer sociedade humana. A modalidade e o motivo é que mudam. As festas são fundamentais na história e na contemporaneidade. A infraestrutura e a organização, produzem empregos e renda. A festa cívica da Bahia, o 2 de Julho, data da independência, por pouco não teve o seu brilho empanado por ONGs e órgãos govenamentais provocando novo efeito nefasto do "Politicamente correto" e de Prática politicamente 'inculta', como ocorreu na Lavagem do Bonfim e no tradicional bloco carnavalesco A Mudança do Garcia, com sua irreverência nos protestos a políticos e suas gozações, proibindo a participação de cavaleiros e suas montarias, sob a funesta alegação de maus tratos aos animais. Como fica a Cultura secular de um povo? Os Encouraçados" e suas montarias, fazem parte da história de luta pela Independêndia do estado e do Brasil. Representam o povo humilde que no campo de batalha, expulsou os portugueses e demais invasores das Terras verde-amarelo defintivamente. È preciso que os governantes tenham o devido respeito pelos antepassados. Após o dia do "Fico"(9 de Janeiro de 1822), e a expulsão das tropas portuguesas do Rio de Janiero, as cortes de Lisboa decidiram concentrar suas forças na Bahia, acreditando que mais tarde podessem atacar o Rio de Janiero e retomar o controle das províncias do sul do país e, caso contrário, poderiam dividir o território brasileiro, mantendo as regiões Norte e Nordeste sob controle português. Porisso, na Bahia a guerra foi tão renhida e decisiva. Foram 17 meses de combates, onde a resistência obstinada dos baianos, ratificou a independência da nação e manteve o Brasil com dimenssões continentais. E, que, o Congresso Nacional devolva ao aeroporto baiano, o seu nome inicial: AEROPORTO INTERNACIONAL 2 de JULHO. A BAHIA merece res
peito!

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