sábado, 9 de abril de 2011

O CORPO ASTRAL

O Codificador da Doutrina dos Espíritos, o francês Leon Hipolity Denizard Rivail, que a partir da obra da Codificação, passou a usar o pseudônimo de "Allan Kardec", nome usado em uma de suas vidas passadas, conforme as primeiras instruções que lhe foram dadas. pelos Espíritos encarregados de organizar a nova "Doutrina", classificou os corpos que compunham o espírito reencarnado em: Corpo Físico, Duplo Etérico e Perispírito(alem do espírito-chama divina). Na presente época, pesquisadores e estudiosos, estão chegando a conclusões novas, isto é, que o Aperispírito é uma composição dos corpos: Astral, Etérico e Mental.

Dá-se o nome de Corpo Astral, ao invólucro espiritual mais próximo à matéria, tanto que facilmente pode ser visto pelos clarividentes; todos os Espíritos que mediunizam(incorporam em médiuns), possui esssa estrutura sutil; é um dos componentes do espírito/Matéria, e um dos principais responsáveis no fenômeno dos desdobramentos e viagens do Espírito fora do corpo físico. Em cisrcunstâncias artificias ou naturais pode o Corpo Astral separ-se do corpo físico levando com ele os demais corpos etéreos ou quitessenciados e o próprio espírito. Geralmente, isso acontece durante o sono ou repouso do corpo físico, quando o indivíduo perde a conxciência, e as funções vitais são relaxadas ao máximo. O Corpo Astral pode afastar-se do corpo através do desdobramento por vontade própria ou induzido. Por vontade própria, quando o individuo está preparado para a realização de tal fenômeno através de transe espontâneo, e induzido, por outro espírito(com finalidade benéfica ou não), através de magnetismo ou hipnose. O Corpo Astral é imatérial e de natureza magnética, não tem constitruição fluídica como o Duplo Etérico. No entanto, pode ser modelado ou modificado pela força mental, com muita facilidade. Dessa propriedade nos servimos sempre, em técnicas de tratamentos de Espíritos doentes, aleijados, mutilados ou feridos, que ainda passam pelo sofrimento da enfermidade que lhes causou a morte.; usando da força da vontade de ajudar, mentalizamos os seus orgãos lesionados voltando à normalidade, e tudo acontece com êxito, deixando a entidade até então sofredora, agora aliviada. Aliás, sempre que um espírito aparentemente vingativo á aliviado nos seus sofrimentos, principalmente através desse método, esquece a vingança e segue seu caminho.

Uma das mais importantes funções do Corpo Astral, é a sensibilidade. Sabemos que ele reside neesse campo ou dimensão astral; o corpo físico, apenas transmite estímulos recdebidos, cab endo a essa estrutura, o registro da sensação dolorosa ou de prazer. Os vícios são de natureza psíquica, justamente por causa disso e por isso mesmo, levamos consoco os vícios e paixões quando desencarnamos; se fosse ao contrário, nao haveria motivos de desencarnados continuarem satisfazendo as dependências viciosas, que tiveram quando reencarnados, bem assim, as dores físicas, nem seriam portadeores de deformações dolororas, conforme se constata nas reuniões espíritas. A luta maior que travamos, contra nós mesmos, em favor da nossa evolução, consisite justamente, em refrear, policiar, e dominar nossos desejos e sentimentos, principalmente paixóes. Desde os impulsos institivos e animais como fome, sede e desejo exaberbado sexual ou as desenfreadas paixões de posse(marido/mulher ou filhos). Todas as emoções se manifestam no mundo astral. "Desse corpo, e por evolução, os sentimentos se elevam e passam a outros níveis de consciência, próprios de Espíritos superiores"(Espírito/Matéria - J. L. de Azevedo).

O Corpo Astral, necessita de alimentos, e até pode precer ou compactar-se. Ele perde energia constantemente, necessitando de suprimentos energéticos para sua sustentação, igualmente às necessidades do corpo de carne. Mas a natureza do alimento por ele usado, varia muito de acordo com o estado de elvação do Espírito no Mundo invisível. vai do caldo pro´téico necessários aos Espíritos muito materializados fornecidos pelas Colônias espirituais no espaço, onde são socorridos(os que podem ser), até os alimentosnquitessenciados que alimentaam aos espíritos Superiores, colhidos através da prece, diretamente do infinito reservatório de energia cósmica. Há de convir-se entretanto, que, os espíritos que habitam as sombras ou astral inferior, costumam comer até os alimentos materializados humanos. È o casoo das entidades agragadas nas casas de macumba(tranca-ruas, Exú caveirinha, etc), os quais recebem como prfesente os despachos com farofas, aves e outros, dos quais se servem. Se houver um esgotamento significante de energia no corpo Astral, principalmente decorrido de paixões ou de parasitismo prolongado sobre suas vítimas, o Espírito pode perdê-lo temporiamente e, transformar-se em um 'ovóide', rolando espaço, ou preso à sua vítima, até que sseja permitida sua libertação. Essa forma reduzida, que sobra dessa anomalía dos corpos perispiritaias (ovóide), nada mais é que uma fixação temporária gerida pelo Corpo Mental, que, passa a servir de substrato par o Espírito, o qual, jamis poderá ficar sem o apoio de um corpo que lhes sirva de sustentação. Podemos informa, com toda segurança, que o Espírito e a sua sustentação perispiritual, mesmo tranformados em ovóides, com boa vontade e suficiente força mental de um doutrinador devidamente informado, poderão voltar à sua normalidade, haja vista, que certas entidades espirituais, mesmo sem elevação, têm poder mental de transformar a sua aparência na aparência de outras pessoas, com o fito de fazerem-se cabidos, principalmente, entre parentes que choram os mortos, e enganá-los ou até serem transformados em animais(vide Libertação-André Luis/Chico Xavier). Como prova do que afirmamos, certos irmãos espirituais que, por convivência centenária e até milenar nos vales das sombras do umbral inferior, onde comandam o mal e fomentam a desgfraça contra nós os habitantes da crosta da Terra,pelo tempo de alienação mental em que se encontram, julgando-se 'feras' no cumprimento do ódio que destilam e, na dominação que implantam nesses vales sombrios, ajudados pelo próprio magnetismo da Terra nas regiões onde habitam, as suas armaduras perispirituais, vão aos poucos se transformando nos animais que se julgam ser, como é o caso dos dragões que habitam a sétima faix(Apocalipse/João Evangelista). Essas entidades animalescas, que perderam o poder daq articulação da palavra através dos médiuns, resta-lhes apenas, a vibração do ódio que destilam através da mente cristalizada no mal. Mesmo essa classe de espítos, depois de permitida a sua volta ao nosso plano, através de pulsos magnéticos , com despolarizaçãon através do seu cérebro, de lembranças do seu estado anterior, consegue-se fazê-loo retornar à normalidade perispiritual, com aparência humana.

A necessidade de evoluir, faz-nos pensar e repensar nos meios mais práticos e seguros de alcançarmos, como esforço próprio, a melhpora que liberta. Seguindo as pegadas do "CORDEIRO de DEUS", O Divino Mestre Jesus, através do Seu evangelho, alcançaremos mais cedo à meta desejada, cujo feito, não conseguimos ainda, realizar.

3 comentários:

Lena disse...

Oi, Roy
Ontem, o meu blog, o Amadeirado, completou a marca dos 200 seguidores e queria te agradecer por você fazer parte deste time. Dê um pulinho lá e peque um carinho que fiz para vocês, meus amigos. Um grande abraço!

Rejane-Enajer disse...

Você é um dos escolhidos para ser homenageado pela contribuição do seu Blog na web-Parabéns!

Tem um selinho para você no meu Blog.
Um abraço!!
Rejane

Maria José disse...

Por isso, meu amor, devemos nos preocupar sempre com a Reforma Íntima, a chave mestra para o sucesso de sua melhora interior e, conseqüentemente, da nossa felicidade exterior, renovando as esperanças interiores tendo por meta o fortalecimento da fé, a solidificação do amor, a incessante busca do perdão, o cultivo dos sentimentos positivos e a finalização no aperfeiçoamento do ser. Santo Agostinho falava que “Fazei o que eu fazia, quando vivi na Terra: ao fim do dia, interrogava a minha consciência, passava revista ao que fizera e perguntava a mim mesmo se não faltara a algum dever, se ninguém tivera motivo para de mim se queixar...” Parece resultar daí que o conhecimento de si mesmo é a chave do progresso individual. Beijos.