quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

PRESSÕES, BARGANHAS E TRAIÇÕES.

Dilma usa 'pressão' no 2º Escalão para aprovar mínimo de R$545:
um dia da votação do projeto do novo salário mínimo na Câmara, o governo escalou ministros para pressionar suas bancadas a aprovar os R$ 545.
Planalto prevê 50 taições na aprovação do mínimo:
Há na Câmara 513 deputados. A tropa governista soma, pelas contas do Planalto, algo como 370 votos. Desse total, os matemáticos de Dilma estimaram que entre 320 e 330 votarão a favor da cifra oficial. Se a soma estiver correta, o governo prevalecerá com folgas na votação da noite desta quarta (16). A aprovação do projeto do salário mínimo exige apenas maioria simples –metade mais um dos presentes em plenário. Vai-se revelar, porém, o tamanho da dissidência: na melhor hipótese, cerca de 40 rebelados. Na pior, 50 insurretos. Tomado pelas ameaças, o governo planeja tratar os ‘silvérios’ a pão e água, negando-lhes acesso a cargos e verbas. Considerando-se o histórico de administrações anteriores, é improvável que a tática da intimidação seja levada às últimas consequências. Para ser tomada a sério, Dilma Rousseff teria de mandar ao olho da rua, sem titubeios, o ministro Carlos Lupi (Trabalho), do infiel PDT.
De resto, nem toda a infidelidade será explicitada no painel eletrônico da Câmara.
Uma parte dos descontentes vai negar o voto ao governo ausentando-se da votação. Depois, arranja-se umja desculpa qualquer,(Fonte:FOLHA).
MOMENTOBRASILCOIM.COM(Comentário):
Continuam as desavenças dentro do próprio PT. Atualmente tres correntes disputam a primazia de prestígio e poder. Como antecipamos, mesmo tendo maioria na Câmara e Senado, a presidente, por não ter jogo de cintura e sim temperamento explosivo, teria grandes dificuldades para governar, aprovando projetos. E para variar, essas dificuldades começam dentro de casa. Foi-se o tempo em que usava-se, o dinheiro na mão e o chicote, na outra. Se a simples aprovação do mísero Salário Minimo, a guerra foi deflagrada, os demais projetos terão batalhas intermináveis. Um sombrio futuro está porvir!

3 comentários:

Maria José disse...

Você disse certo, amor: mísero salário mínimo. Quanta insensibilidade!!! Já a sensibilidade para reverem seus próprios salários, é totalmente outra. Beijos.

" ESSÊNCIA ESTELAR MAYA " disse...

Olá Roy,

Concordo com suas palavras.

Inclusive hoje estava refletindo e cheguei a uma conclusão.
Aqui no Brasil ninguém sabe o que é Democracia.
Aliás estamos num "caos" enorme!!! pior do que no Egito.
Vivemos um caos na saúde, na educação, na segurança, na política, enfim....em tudo!!! mas ninguém consegue perceber e enxergar isto porque é tudo mascarado pelo futebol, carnaval e tantas outras coisas que empurram para os cérebros das pessoas.
Mas se pararmos para pensar bem e refletir, o Brasil está uma terra sem ninguém e sem Lei.
Hoje vi na tv uma pancadaria entre manifestantes e polícia de São Paulo, devido ao aumento na tarifa do transporte de 0,30.
É um absurdo!!!
Eu sei que no bolso do trabalhador, 0,30 por dia no final do mês ele vai sentir... mas chegarem a fazer uma manifestação por isto, "na minha visão" é muita burrice.
Existem coisas muito mais graves acontecendo na cara de todos (foi um Presidente usando e abusando do dinheiro público e pior, agindo de forma inconstitucional na maioria dos seus atos e atitudes, que era caso para impeachment), mas para isto ninguém pensou em se mexer....
Educação que deveria ser a prioridade neste País, não estão nem ai.
Porque quanto mais burro for um povo, melhor para manipular...
Um povo que não sabe pensar, não sabe cobrar....
Tudo vira baderna neste País... e "ai" dos poucos que pensam, em tentar tomar algumas atitudes, estes sim serão calados...
Depois dizem que vivemos numa Democracia?
Acho que não sabem então o que é a "verdadeira Democracia".
Da época de Tancredo e Ulisses, que sabiam que Democracia eles queriam para o Brasil, mas foram calados.
Mas isto seria uma coisa inútil para se explicar.

Luz amigo!!!

VOZ DA PSICOLOGIA disse...

Olha a maioria tá chorando ou rindo os "Ronaldinhos", enquanto isso...
A história não muda.
Saudações,
Paulo.