sábado, 22 de janeiro de 2011

FALSO JUÍZO.

Jamais devemos fazer juízo temerário de outras pessoas, principalmente daquelas que não são da nossa iontimidade, e não as conhecemos perfeitamente, pois, assim sendo, agimos sempre precipitadamente no julgamento que fazemos sobre elas. Antes de qualquer conclusão ou condenação, para que não faltemos com a caridade e a cobrança do Evangelho que tentamos praticar, não se apresente depois para ativar o nosso remorso pela falta cometida, devemos ter comedimentos e usar sempre o sábio conselho do nosso Mestre dos Mestres: "Não julgueis a fim de não serdes julgados".
Contam que uma moça que estava a espera do seu voo na sala de embarque de um grande aeroporto, e porque deveria esperar por longo tempo pelo instante do seu refido embarque, resolver comprar um livro para matar o tempo. Comprou tambem, um pacote de bolachas. Sentou-se confortavelmente numa poltrona da sala VIP do aeroporto para que pudesse descansar a ler em paz. Ao seu lado sentou-se um homem. Quando ela pegou a primeira bolacha, o homem, tambem pegou uma. Ela sentiu-se indignada, mas não disse nada. Apenas pensou: "Mas que cara de pau!". "Se eu estivesse mais dispostas lhe daria um sôco no olho pafra que nunca mais esquecesse". A cada bolacha que ela pegava, ele tambem pegava uma. Aquilo lhe deixava tão indignada que não conseguia reagir. Quando restava apenas uma bolacha ela pensou: " O que será que este abusado vai fazer agora?". Então, o homem dividiu a última bolacha ao meio, comeu uma parte, deixando a outra metade para ela. Ah! aquilo era demais! Ela estava tremendo de raiva. Então pegbou o seu livro e as suas coisas e se dirigiu ao local do embarque. Quando ela ssentou confortavelmente, numa poltrona já no interior do avião, olhou dentro da bolsa pafra pegar uma bala e para surpresa sua, o pacote de bolachas estava lá, ainda intacto, fechadinho. Ela sentiu tanta vergonha! e só então percebeu que a errrada era ela, sempre tão distraída, havia esquecido que as suas bolachas estgavam guardadas dentro de sua bolsa. O homem havia dividido as bolachas dele, sem se sentir indignado, nervoso ou revoltado, enquanto ela havia ficado tão transtornada, pensando estar dividindi as dela com ele. E já não havia mais tempo para se justiuficar e pedir desculpas(Autor desconhecido).
Quantas vezes em nossa vida, nós é que estamos comendo as bolachas dos outros e nem tomamos consciência disso. Em muitas oportunidades, as coisas são completamente diferentes do que pensamos, julgamos e condenamos, sem conhecimento de causa. Muitas pessoas inicentes se encontram encarceradas nas penitenciárias da vida, apenas pelo falso estemunho de alguem que julgou ver à pessoa errada na hora do crime. e quando a sua inocencia tardiamente é comprovada (quando é), os anos da juventude já se foram, restando, apenas revolta.
Repetimos: "Não julgueis a fim de não serdes julgados - porquantoi sereis julgados conforme houverdes julgado os outros; empregar-se-á convosco a mesma medida de que vos tenhais servido para com os outros"(S. Mateus. cap.VII.vv. 1 e 2). (Fonte: J. Peixoto/Presd. do Posto de Socorro espiritual "Maria Angélica"/Dias D'ávila-Ba.).

2 comentários:

Maria José disse...

Que história linda, amor!!!
Por mais razão que supostamente se tenha em relação a outras pessoas, por mais que outras pessoas estejam em dificuldades ou em erros, devemos evitar julgá-las. Ninguém tem informações suficientes para fazer um veredito e colocar-se acima dos fatos e da verdade. Quando julgamos alguém, normalmente nos baseamos em nossos modelos mentais e nem sempre eles estão alinhados em um nível superior para saber o que é o melhor, o que é certo ou o que é errado. Além do mais, somente Deus pode usar o julgamento. BEIJOS.

(בן ברוך) Ben Baruch disse...

Querido amigo Roy!
Talvez um dos piores defeitos que nós, seres humanos, temos, seja o de apontar o dedo para aquilo que consideramos errado.
Nem sempre nosso juízo de valores está certo. Testes mostraram que ao se apresentar desenhos “abstratos” para algumas pessoas e pedir que descrevessem o que estavam vendo, as respostas nunca eram as mesmas. Isso vem demonstrar que existem ângulos de um objeto ou situação que não percebemos ou não desejamos conhecer, pois como somos falhos e entendemos que nossos posicionamentos são os mais acertados, nos fechamos quando novas perspectivas nos são apresentadas.
É meu amigo, bem dizia o Mestre: Eu a ninguém julgo.
Forte abraço, muita paz e excelente final de semana.
Ben