sábado, 13 de novembro de 2010

CABOCLOS e PRETOS VELHOS -( II)

A questão de ser caboclo ou preto velho é secundaria porque o importante é a maneira como o espírito se manifesta no sentido de ajudar, orientar, ou até mesmo pedir. Desta forma, devemos nos ater à sua atuação, visto que nao existe outro critério para se discenir o seu valor senão a observação de sua conduta. Em O Livro dos Mediuns, questão 267, lemos que 'nao devemos julgar os espíritos pelo aspecto formal do seu estilo, mas sondar-lhes o íntimo, analisar suas palavras, pesá-las friamente, maduramente e sem prevenção'. O fato de aceitar a participação de pretos velhos ou caboclos em nada afeta o procedimento que o Espiritismo adota em suas sessões e tampouco significa adesão às hostes umbandistas, que distinguem aquelas entidades. Deve-se ter em mente que cada religião possui seus próprios métodos de aceitação ou recusa de determinadaqs formas de trabalho. Muitas adotam trajes convencionais, velas, canticos, pólvora, incensos, amuletos e diversos objetos. O Espiritismo nao abomina nem condena tais práticas; apenas não as utiliza porque dispõe de outros meios par alcançar o fim a que se propõe e não será por isso que o espírita irá desmerecer ou condenar seus irmãos de outras crenças. Segundo Aureliano Alves Netto, em "Caboclos e Pretos Velhos", inserido no Suplemento Literário nº104 do jornal espírita Correio Fraterno do ABC, há entidades qu, mas, eme se apresentam como preto velho ou caboclo, mas, em muitos casos, "são espíritos desenvolvidos que, por humildade, disfarçam-se em entidades obscurass de sua vivencia anterior". È que, em tais condições, eles properaram espiritualmente, razão por que alguns se apresentam em suas antigas formas perispirituais de negros, caboclos e demais configurações do passado. Ao encontrar a redenção na pele de humildes criaturas, mesmo já tendo evoluído, sentem-se bem em manter-se com aquela aparencia, adaptando-se às circunstancias peculiares das falanges de Umbanda, a fim de colaborar nas atividades que possuem condições de exercer, como na cura de enfermidades e problemas de várias espécies. O Livro dos Méduins ensina que podemos evocar todos os espíritos, sejan qual for o grau da escala a que pertençam". Mais uma vez fica patenteada que a distinção não se relaciona com a aparencia, mais com o progresso por eles efetuado. Bons ou maus, ilustres ou obscuros podem ser evocados, podendo atender ou não ao nosso chamado, conforme as circusntancias que aqui não cabe relatar. Se pretos velhos e caboclos comparecem aos trabalhos espíritas, orientando, curand0o e dando bons conselhos, não há por que negar-lhes guarida. O Espiritismo se preocupa com a perfeição moral, as virtudes e todas as qualidades que elvam o espíritoo, sendo fácil deduzir que se este se apresenta com seu linguajar popular, usando exspressões como 'nóis vai', 'nóis fumo',' nois foi', será tão bem recebido quanto aquele que se utiliza de uma linguagem culta, desde que tenha boas intençõers e desejos sinceros de servir. Qualquer entidade, independetemente da forma como se apresenta, foi, é e será sempre bem-vind nos meios espíritas, bastando ter boa vontade e disposição de trabalhar em busca de su próprio progresso e de ajauda ao próximo.(Por Gilberto Santos(jornalista e trabalhador do C.Espirita Lar João Batista/Ba.)








3 comentários:

GEEL - Grupo Espírita Esperança e Luz disse...

Sabe Roy, durante algumas reuniões mediúnicas acontece a aproximação de caboclos e preto velhos, mas nada interfere na comunicação, pois basta que o medium conserve sua linguagem e sua postura, porque a maioria dos médiuns são conscientes, pelo menos é o meu caso.
Todos são iguais com certeza perante Deus e as oportunidades devem ser iguais para todos independente da forma de se expressar.

Olhe adorei o e-mail sobre o tipo sanguíneo.

Beijos!

Sonia.

Maria José disse...

Roy. Esse texto vem complementar o de sábado passado. O que posso dizer a esse respeito é que uma vez desencarnado, o espírito não mais pertence a qualquer das raças humanas terrenas. Não tendo mais corpo físico, o espírito não é amarelo, nem negro ou branco. O espírito poderá apresentar em seu perispírito, características de alguma raça, se ainda se sentir assim, ou assim se mentalizar. Devemos acolher fraternalmente, nas reuniões mediúnicas e sem qualquer preconceito, todos os espíritos manifestantes, porque é com a permissão de lei divinas que eles vêm às nossas reuniões. Os pretos velhos podem ser excelentes guias espirituais, se forem bons, evoluídos moralmente e mostrarem, por suas palavras e atos, que têm conhecimentos superiores para nos orientar e verdadeiro amor para nos exemplificar. Beijos.

" ESSÊNCIA ESTELAR MAYA " disse...

Olá Roy.
Somos todos iguais no Universo e perante à Espiritualidade, não existe raça, cor e credo, e sim um grande mundo de Energias.
Algumas energias mais refinadas, outras mais baixas, umas crescendo e outras estagnadas...
Enfim, estamos todos em busca do Aprendizado Espiritual para o nosso crescimento e desenvolvimento.
A forma como somos auxiliados pelos Seres Espirituais, na minha opinião é o que menos conta; pode ser por: anjos, caboclos, mentores, índios, pretos velhos, nossa senhora, espírito santo,cacíques, etc...estão todos prontos para nos ajudar quando solicitados.
O que realmente importa é como vamos encontrar nossa Conexão com o Pai.
Muitos são os caminhos para se chegar à Fonte.
Muita Luz e Paz em seu coração!
Lú.