domingo, 18 de julho de 2010

AINDA O "TAPINHA PEDAGÓGICO".

Como prometí, fui a busca de novos subsídios. A lei continua dividindo opiniões. "Não acreditamos que que a dor possa ser educativa. O carinho, sim, mas nunca a pancada,por mais leve que lea seja", declarou Edmundo Hroger,integrante do conselho Estadual dos Direito das Crianças e Adolescentes. Peru, Venezuela, Costa Rica, Uruguai e mais 22 países já adotaram a a medida. O projeto foi elaborado pela Rede Não Bata, Eduque e enviado pelo governo federal ao Legislativo, onde recebeu já recebeu assinaturas favoráveis de tres ministros, sôb a alegação de que o 'castigo corporal é uma ação de natureza disciplinar ou punitiva que resulte em dor ou lesão à criança ou adolescente. Já, Eleonora Ramos do Projeto Proteger, diz que a ideia não é prender os pais ou responsaveis legais que utilizam o castigo físico como forma de educação, e sim apená-los com advertencias e encaminhamento a programas de proteção à família eorientação pedagógica. Opiniões de sociologos, psicólogos e pais,estão dividas. O texto original,em momento algum refere-se a penas sócio-educativas. È categórico: Até 9 meses de prisão. Parece-nos que que o objetivo maior do governo, é justamente desviar temporariamente o foco da opinião públicadas eleições, para depois editar mais uma MP(medida provisória) suspendo-a e, no fligir dos ovos, ficando odito pelo não dito. Ou seja: mais um jogo de cena. O rebú tá formado!

3 comentários:

angela disse...

Acho que você tem toda razão em sua conclusão.
abraços

Maria José disse...

Roy. A intenção disso tudo desconheço completamente. Acho inclusive, uma lei confusa e sem propósitos definidos, ao colocar os educadores (pais) em prisão e deixando os filhos com outras pessoas. O que seria, a meu ver, traumático para as crianças. Mas apesar disso tudo, ainda acho que bater não leva a nada. Ainda acho que é covardia e que existem outros meios para se educar uma criança. Grande abraço.

Zergui disse...

Concordo quando você salienta a tática do diversionismo às eleições.

Isso tem um uma explicação: Dilma está entregando os pontos, ela tem verdadeiro horror a concentração de pessoas, mostrou isso em Porto Alegre. Quando viu a multidão que foi reunida por seus correligionários para "recebê-la", ela voltou ao seu automóvel e se afastou do local.

Dilma não gosta de povo.

Quanto ao assunto da "lei das palmadas", proposto pela deputada gaúcha Maria do Rosário em 2003, eu gostaria de lhes indicar a leitura do que postei em meu blog:
http://zerguipfleger.blogspot.com/2010/07/os-reais-objetivos-da-lei-das-palmadas.html

Espero ter contribuído.
Abraço.