sábado, 22 de maio de 2010

"PENSAMENTO E VONTADE"

Dentre os livros psicografados por Chico Xavier, pelo espírito André Luis, Pensamento e Vontade é o que melhor esclarece sobre a necessidade de vigiarmos o que pensamos, porque aí está o inicio dos nossos atos. Diz-nos aquele espírito que "para abreviar o tormento que flagela de mil modos a consciencia reencarnada ou desencarnada, quando nas grades expiatórias, é imprescindível atender à renovação mental, único meio de recuperação da harmonia". Ele nos alerta sobre o fato de que "nossos pensamentos geram nossos atos e nossos atos, geram pensamentos nos outros". Em o Livro dos Espíritos, Allan Kardec dedica um tópico cuidando da penetração do nosso pensamento pelos espíritos e a influencia oculta deles sobre nossas ações, dada a importancia do tema. Na pergunta 457, o codificador indaga se os espíritos podem conhecer os nossos pensamentos mais secretos, obtendo a resposta de que eles "conhecem,muitas vezes, aquilo que desejaríeis ocultar a vós mesmos; nem atos, nem pensamentos podem ser dissimulados para eles". Quanto `influência que podem nos causar, somos esclarecidos de que "a sua influência é maior do que supondes, porque muito frequentemente são eles que vos dirigem". Por aí podemos entender a necessidade de fiscalizar tudo quanto nos vem à mente para não incorrermos no erro, visto que somos influenciados pelos desencarnados muito mais do que podemos imaginar. Quase sempre nos ocorre pensar em alguma ação de várias maneiras, porque uma delas é pessoal enquanto outras partem daqueles que procuram influenciar-nos, seja para o bem ou para o mal. Imaginemos um médium, em cujo organismo os espíritos encontram mais facilidade de aproximação para lançar ideias. Não é por acaso que André Luis nos ensina que "o pensamento é tão siginificativo na mediunidade quanto o leito é importante para o rio. Ponde as águas puras sobre um leito de lama pútrida e não tereis senão a escura corrente da viciação". Aí está uma afirmativa para meditarmos. Ninguem deve se escudar nas influencias espiritauis para desculpar-se de suas mazelas. Afinal, toda pessoa normal possui livre arbítrio para discenir o bem do mal, e o mérito ou demérito da ação é que cada um toma uma deliberação por sua livre e espontanea vontade. Os pensamentos próprios são, geralmente, os que ocorrem no primeiro impulso, cabendo a nós distinguir o melhor caminho para assumir a responsabilidade da ação. Se percebemos que estamos sendo assediados por entidades malévolas, devemos bucar os meios disponíveis para afugentá-las porque elas somene se ligam a nós pelo pensamento e a melhor forma de afastá-las é manifestar nossa confiança em DEUS e praticar o bem. O bom espírito só aconselha para Prática das boas ações e, encontrando nas pessoas um campo relativamente limpo (mentalmente), terão mais facilidade de aproximação para induzir-nos ao melhor caminho. Caso contrário...
Façamos como nos aconselha André Luis:"Vigiemos o pensamento, purificando-o no trabalho incessante do bem para que arrojemos de nós a grilheta capaz de acorrentar-nos a obscuros processos de vida inferior". ( Gilberto Santos, jornalista e trabalhador do Centro Espírita Lar João Batista/SSA)









Nenhum comentário: