segunda-feira, 23 de novembro de 2009

ABORDAGEM INTELIGENTE COM HOMENAGEM

MOMENTOBRASILCOM.COM(Comenta):
Resolví publicar o texto abaixo (com permissão da autora) motivado por:
1-Tenho recebido alguns comentários e e-mails desabonadores, com uso de palavrões e outros semelhantes assinados anônimamente. Mesmo sendo em desacordo com nossa crítica ou opinião, publico-os(aqueles sem os xingamentos) pois, sou acima de tudo, imparcial e democrata.
2- A publicação do texto, comprova a concordância de inúmeras pessoas com nossos pontos de vista.
A JUSTIÇA TARDE, MAS NÃO FALHA!
sábado, 21 de novembro de 2009 :
DIREITOS - Homenagem ao querido amigo Jornalista Roy Lacerda - Blog
"MOMENTO BRASIL"
TEMOS O
DIREITO DE
TER DIREITOS
Em termos simples, direito é uma reivindicação inegociável. Se você tem direito a algo, não deve ser impedido de tê-lo ou fazê-lo; ademais, outros são legalmente obrigados a lhe permitir ou até facilitar o exercício desse direito. Podemos ver o direito como uma maneira de defender certas liberdades contra o poder do Estado, ou contra outros cidadãos que possam querer nos negar essas liberdades. Direitos são considerados invioláveis e de certo modo "pré-políticos". Isto é, enquanto o processo normal da política envolve exigências e contra-exigências entre cidadãos ou cidadãos e o Estado, um direito é como um trunfo - uma reivindicação que deve ser reconhecida como válida incondicionalmente, ainda que o exercício desse direito vá contra o bem-estar da maioria. É claro que, uma coisa é reivindicar algo como um direito, outra é conseguir que outros o reconheçam como tal. Na prática, a maioria dos direitos só é estabelecida após grande empenho da parte de quem os reivindica. Por exemplo, no Ocidente, vários grupos excluídos do processo democrático, como mulheres, "as classes trabalhadoras" e negros, tiveram que lutar pelo direito ao voto. A idéia de direitos é atraente, uma vez que contrabalança a do contrato social. Enquanto este justifica os poderes que o Estado exerce sobre os cidadãos, os direitos impõem limites ao que o Estado pode fazer com eles e especifica que liberdades tem o dever de defender. Mas em que se baseiam os direitos ? Afirmou-se que a posse de direitos é fundada em nossa própria natureza humana, conferida a nós por Deus ou pela natureza. Nessa abordagem, os direitos são parte da essência de nossa humanidade, ficando fora do alcance de políticos e da maioria dominante. O inconveniente dessa noção de "direitos naturais" é não elucidar como sabemos que temos esses direitos, ou exatamente, quantos direitos temos. Não explica também, porque há discordância sobre o que constitui um direito. Uma alternativa é ver os direitos como coisas que inventamos - como produto de decisões políticas, costumes ou convenções. Entretanto, essa abordagem é igualmente problemática, pois direitos inventados não têm a poderosa força pré-política dos direitos naturais. Afinal, se inventamos os direitos, podemos certamente mudá-los - ou mesmo - abolí-los. Outra área de debate diz respeito ao que pode e não pode ser reivindicado como direito. Vida, liberdade de ir e vir, de expressão e de religião parecem canditados óbvios. Embora possam não ser respeitados em toda parte, o tempo todo, esses direitos têm ao menos o mérito de parecerem liberdades importantes, que vale a pena defender, contra os poderosos. Naturalmente, esta lista não abrange todos os direitos já reivindicados pelas pessoas - tal relação seria vasta e incluiria o direito ao voto, à propriedade, ao emprego e à ajuda econômica. A dificuldade é que, quanto mais coisas contam como direitos, menos espaços há para ações políticas, já que direitos são vistos como exigências absolutas, contra as quais outras considerações, por mais importantes que sejam, devem ficar em segundo plano. Assim, deveria o direito à expressão, como sobrepor-se a todas objeções feitas com base na decência, no respeito a religião, à raça ou ao interesse público? E quando dois direitos parecem conflitar? Em alguns países, o debate sobre o aborto colocou de lados opostos o direito à vida e o direito a mulher a escolher. Apesar dessas questões embaraçosas, os direitos vieram para ficar. Revolucionários, muitas vezes evocaram os direitos para exprimir suas aspirações a uma sociedade mais justa, em parte porque os direitos dão uma dimensão moral à política, além do mero controle dos poderosos: uma exigência de reconhecimento e respeito para todos. Cada vez mais, essa exigência é feita de maneiras que transcedem fronteiras nacionais - essa visão foi consagrada em documentos, tais como a nossa Magna Carta, inclusive na Declaração dos Direitos Humanos das Nações Unidas.
"O verdadeiro amante do conhecimento luta naturalmente pela verdade...e se eleva com luminosa e incansável paixão até aprender a natureza essencial das coisas",
( Platão
)//.
Postado por REGINA GOULART SANTOS às 16:43//.

4 comentários:

Ane disse...

è isso ai.

angela disse...

Parabéns para os dois. Uma bonita e merecida homenagem.
Prepare-se, estamos nos aproximando das eleições e isso deve piorar.
Significa, entretanto, que tem gente que não tem argumentos e não toleram difenças. A democracia não é uma pratica facíl.
Tem alguns blogues que não permitem comentários anonimos, pode ser o caso...
Abraços

Celular Espião disse...

Adorei o conteúdo do seu site. Aproveite e visite o meu site http://www.celularespiao.org Conheça este incrível celular batizado de Telefone Espião. A única maneira de você fazer uma escuta de celular. Funciona de modo discreto e grava todas as chamadas recebidas e efetuadas do celular alvo. Lista todas as chamadas com numero, dia, duração da ligação, e hora. Vendemos o celular em duas versões para sua escolha.

TRIBUNA-BRASIL.COM disse...

Olá ROY, PARABÉNS, cara! homenagem mais que merecida. Parabéns tambem para a autora,que ganha assim minha confiança e solidadariedade.Vou seguí-la no blog. (O INDIGNADO)