segunda-feira, 17 de agosto de 2009

UMA "SILVA" SUBSTITUINDO UM "SILVA"

Filiação de Marina dará identidade ao PV, dizem líderes .
Aos 23 anos, o Partido Verde (PV) ainda busca uma identidade. A filiação da senadora Marina Silva (PT-AC) será o caminho para o partido achar rumo e espaço no primeiro escalão da política brasileira. É a chamada "refundação", segundo palavras da própria parlamentar e de lideranças do PV. "Seria a discussão da tradução, do ponto de vista prático, da sustentabilidade", diz a senadora. "É o momento para o PV se consolidar, encontrar sua verdadeira vocação e se afirmar como partido programático", diz Alfredo Sirkis, vereador no Rio de Janeiro e fundador da legenda.Com um conteúdo programático defasado, o PV ficou para trás na discussão ambiental. É o "primo pobre" entre coirmãos dos outros países. O PV brasileiro está longe da influência que as legendas da bandeira verde exercem em outras democracias. No Parlamento Europeu, o Partido Verde é a quarta bancada. É também voz importante no Parlamento e no governo da Alemanha. No Brasil, é apenas a d écima bancada na Câmara dos Deputados, com 14 parlamentares. Obteve somente 3,6% dos votos válidos em 2006. O PV não ocupa cadeira no Senado e comanda apenas uma prefeitura de capital, a de Natal, com Micarla de Souza. Ela é aliada do DEM no Estado, partido opositor ao governo Luiz Inácio Lula da Silva, também aliado do PV, mas no plano federal. Dois integrantes do PV são ministros: Carlos Minc, no Meio Ambiente, e Juca Ferreira, na Cultura.A consolidação do PV na política nacional passa, principalmente, por mudanças programáticas para "resignificar" o partido, segundo declarações de Marina Silva ao falar de sua filiação à legenda. Mudar, avaliam outras lideranças, é atualizar o programa elaborado no começo dos anos 90. Substituir a bandeira da ecologia pela do desenvolvimento sustentável. "O programa do PV está desatualizado. Precisamos reformulá-lo e também preparar um projeto de governo para os próximos cinco anos", afirmou Sirkis. (As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.)
MOMENTOBRASILCOM.COM(Comentário):
Dois "SILVAS" saídos das mesmas origens humildes e nordestinas, ontem amigos. Hoje adversários políticos. Um trazia no 'bojo' a esperança de uma nação, que, não teve medo de ser feliz. Acreditou na mudança e, hoje encontra-se totalmente decepcionada e arrependida. Eis que surge no meio de um vendaval de lama, corrpção e mentiras, uma nova esperança! A esperança de uma mulher guerreira e lutadora ao longo da vida. Como a 'principal profissão' do povo brasileiro é a esperança, e que dizem ser a última a morrer, a nação abraça-se a esta como tábua de salvação de um naufrágio arrassador. E nesta esperança, que DEUS nos ajude!







4 comentários:

Sil disse...

AMÉM!

angela disse...

Aguardemos.
abraços

Jacke disse...

Não sei de onde conseguimos tirar um restinho de esperança, mas ta aí ela. Quem sabe a Marina faz algo decente!

Fusca disse...

É mesmo, Roy!
Há esperança, sempre. O único problema é que a Amazônia sofreu o maior desmatamento de toda a história do Brasil nos primeiros 4 anos do (des)governo atual, quando marina foi ministra, segundo matéria de Washington Novais de 2007. Sabemos que não era o objetivo dela, mas isto prova como a máquina lulopetista usou Marina Silva atropelando os 'ideais' do povo e do meio ambiente, em especial das populações ribeirinhas, que nunca levaram a sério. Lembra da frase lulista sobre "não deixam fazer hidroelétrica por causa do bagre". Essa quadrilha não liga para "bagrinhos" como nós. Só para gente "incomum".
Obrigado por prestigiar o blog do FuscaBrasil!
Grande abraço do Fusca