sexta-feira, 14 de agosto de 2009

PURA UTOPÍA!

O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), encaminhou nesta quinta-feira projeto de resolução à Mesa Diretora da Casa que proíbe a eleição de senadores para o Conselho de Ética que respondam a processos judiciais, em qualquer instância, por crimes contra o patrimônio, a administração e as finanças públicas. O tucano argumenta que os integrantes do conselho devem ter lisura ética para julgarem os colegas. "É imperioso que os membros do conselho, titulares ou suplentes, tenham a isenção necessária para avaliar a conduta ética de seus pares. O projeto dá transparência e segurança às ações do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, bem como transmite para a sociedade um padrão de isenção quanto ao julgamento dos seus representantes legitimamente eleitos", afirmou. Atualmente, não há restrições para a indicação deparlamentares ao Conselho de Ética. As vagas são divididas de acordo com o tamanho das bancadas partidárias na Casa. Cada líder de partido com assento no colegiado indica os seus representantes. O projeto de Virgílio foi motivado pela crise política que atinge o Senado há mais de três meses. A oposição ficou irritada com a escolha de dois aliados do presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), para a presidência e a vice-presidência do colegiado --os senadores Paulo Duque (PMDB-RJ) e Gim Argello (PTB-DF).//.(Fonte:Gabriela Gurreiro/Folhaonline/Brasília).//.
MOMENTOBRASILCOM.COM(Comentário):
Tremendo santinho do pau ôco, é o senador Arthur Virgílio. Esta proposta, só não é indecente aos olhos da nação por não conter palavrões. Quando será aprovada? Nunca. Jamais. Em tempo algum.è querer dar pirulito a crianca. Vai procura o que fazer! Vai realizar e aprovar projetos em benefício da nação. Deixa de ser utópico. Vai trabalhar pelo menos em favor da população amazonense, que o elegeu. Deixa de lado a UTOPÍA.

Um comentário:

angela disse...

Acho a ideia boa, senão vamos assistir a muitas sessões de troca troca, !vc me livra dessa que eu te livro daquela". Seria bom que a comissão julgadora não tivesse rabo preso.
abraços